" Rosa Antuña exemplifica o sentido mais pleno de uma espécie de beleza." / "Rosa Antuña exemplifies the fullest sense of beauty." O Estado de São Paulo

" Mais que bailarina, uma artista em plenitude." / "More than a dancer, an artist in plenitude."
Hoje em Dia - Belo Horizonte, MG

“ Vale salientar o refinamento de Rosa Antuña, que também fala, canta e toca instrumentos, habilidades que se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do País.” / "It is noteworthy to point out the refinement of Rosa Antuña, who speaks, sings and plays instruments, skills that combine to project her amongst the best dancers within the country."
O Estado de São Paulo

Páginas

Próximas apresentações/ Next presentations

PARIS:

- 9 de junho, às 18:00hs – “O Vestido” – Festival Dança em Trânsito - Centre Les Récolletes, Jardin interieur 150-154 rue du Fauburg, Saint-Martin – Paris, França

- 10 de junho, às 21:30hs – “O Vestido” – Festival Dança em Trânsito – Point Éphémère 200 Quai de Valmy - Paris, França

domingo, 19 de maio de 2013

Mulher Selvagem - ficha técnica

TRABALHO INSPIRADO NO LIVRO “MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS”,

DE CLARISSA PINKOLA ESTÉS

Criação, direção, coreografia, textos e atuação : Rosa Antuña
Figurino : Rosa Antuña
Cenário : Mário Nascimento e Rosa Antuña
Criação de luz : Mário Nascimento e Alberto Alvin Júnior
Técnico de luz : Marcel Bento
Trilha sonora (compilação) : Rosa Antuña
Edição de Áudio : Eduardo Borges
Fotos: Jorge Etecheber, Guto Muniz, Reyner Araujo, Rony Moby, Duda Las Casas
Vídeo: Duda Las Casas e Mirela Persichini
Arte: Fred Mendes
Redes Sociais: Rosa Antuña

Produção : Cia MN e Luciana Lanza

Apoio : Centro de Qualidade de Vida, Dinâmica - Soluções em Saúde, Salão Jacques Janine Belo Horizonte, Cia MN

Agradecimento : Mário Nascimento, Andrea Mourão, Duda Las Casas, Eduardo Borges, Flávia Menicucci, Cia Mário Nascimento

foto: Jorge Etecheber

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mulher Selvagem/Wild Woman/La Femme Sauvage - release

foto: Jorge Etecheber

Este solo com criação, direção e atuação de Rosa Antuña, teve sua estréia em 2010, e desde então tem circulado por todo o País tendo sido apresentado em festivais como 1,2 na DANÇA (Belo Horizonte,MG), MOVA-SE Festival (Manaus, AM), Festival Internacional de Teatro( Dourados, MS), Aldeia SESC Pelourinho (Salvador, BA), Diversidade em Dança (Viçosa, MG), Mostra Klauss Vianna (Belo Horizonte, MG), Forum Internacional de Dança (São José do Rio Preto, SP), dentre outros.

Dança, música, teatro e poesia são os recursos usados para expressar o tema “Mulher Selvagem”, que nada mais é do que a mulher em seu estado natural, ou seja, criativa, livre, feminina, confiante e plena. Este solo, assim como o livro, busca nos lembrar de resgatar nossos instintos e permitir que nossa loba interior esteja sempre presente, nos guiando e protegendo em nosso caminho.

Em “Mulheres que correm com os Lobos”, livro de Clarissa Pínkola Estés, o termo mulher selvagem é usado para designar a mulher sadia em relação à sua essência feminina. A mulher livre que existe dentro de cada mulher. E essa mulher livre é aquela que cria. Pinta, canta, compõe, cozinha, tece, escreve, dança, representa... A mulher selvagem é a própria força do feminino, com leveza, plenitude e consistência.

Por incrível que pareça, isso não é tão simples assim na prática. Devido à nossa estrutura social, cultural e histórica, a mulher selvagem foi açoitada, reprimida, condenada a vagar por áridos desertos ou florestas escuras repletas de feras. Infelizmente, muitas vezes esta metáfora foi algo literal.
Hoje, a mulher que perdeu o contato com seu feminino selvagem é aquela mulher amarga, abatida, masculinizada, confusa, frustrada... É a mulher sem EU. Anulada. Ela vive papéis. Vive em função do outro, mas nunca em função de si mesma. E enquanto ela corre de um lado para o outro, seu feminino torna-se um feminino sombrio. Sua mulher selvagem grita por socorro e faz de tudo para chamar sua atenção.
A mulher que perde seu instinto selvagem perde o fio da vida. Auto-sabotagem, medo, conflitos constantes, inveja, perda da auto-estima, dependência emocional, são apenas alguns dos problemas que surgem quando se perde o contato com a loba interior.

A autora do livro é uma pesquisadora e contadora de histórias. Ela trata deste assunto através de contos de fadas, histórias de povos antigos e de tribos indígenas. Faz uma análise profunda sobre os arquétipos, metáforas, personagens contidos nesses contos e revela a sabedoria oculta a tanto tempo sobre a importância de alimentar o feminino selvagem.

O contato com este livro foi muito forte para mim. Senti então um chamado a fazer algo com o tema mulher selvagem.
E a criação desse solo que contém dança, poesia, teatro e música é a própria manifestação criativa de uma mulher que busca correr com os lobos.

*****************************************************************************
WILD WOMAN - release

The solo created, directed, and performed by Rosa Antuña , premiered in 2010, and has since been circulating throughout the country having been presented at festivals such as the 1,2 DANCE (Belo Horizonte, MG), MOVE Festival (Manaus, AM), International Theatre Festival (Golden, MS), Aldeia SESC Pelourinho (Salvador, BA), Diversity in Dance (Viçosa, MG), Klauss Vianna (Belo Horizonte, MG), International Dance Forum (São José do Rio Preto, SP), among others.

Dance, music, theater and poetry are the resources used to express the theme of "Wild Woman", which is nothing more than a woman in her natural state, i.e., creative, free, feminine, confident and full. This solo, as well as the book seeks to remind us to stick to our instincts and allow our inner wolf to always be present, protecting and guiding us on our path.

In "Women Who Run With the Wolves," a book by Clarissa Pinkola Estes, the term wild woman is used to describe woman in their truest sense directly related to their feminine essence; a free woman that exists within every woman.  This free woman is one who creates, paints, sings, composes, cooks, sews, writes, dances, represents, is... The wild woman is the very strength of women, with lightness, completeness and consistency.

Though it might be hard to believe, this is not so simple in practice. Due to our social and cultural history, the wild woman has been beaten, repressed, and condemned into wandering through dark forests or arid deserts full of wild beasts. Unfortunately, often times this metaphor has been literal.
Today, women who have lost contact with their wild woman are bitter, haggard, mannish, confused, and frustrated... She is a woman without a sense of “I“. Canceled. She lives roles. Lives in function for others, but never in the terms for herself. And while she runs from one side to the other, her female becomes a female grim. Her wild woman screams for help and does anything to get peoples attention.
A woman who loses her wild instinct loses the vitality of life. Self-sabotage, fear, constant conflict, jealousy, loss of self-esteem, emotional dependency, are just some of the problems that arise when women lose contact with the wolf inside them.

Dr. Clarissa Pinkola Estés, the book's author, is a researcher and storyteller. She tackles this subject through fairy tales and stories of ancient people and tribes.   She makes a deep analysis on the archetypes, metaphors, characters contained in these tales and reveals the hidden wisdom of the importance of feeding the wild woman inside each and every woman.

I had a strong reaction after reading “Women Who Run With the Wolves”.  After completing this book I felt a calling to create something with the theme “wild woman”.
The creation of this solo, which contains dance, poetry, theater and music, is the creative manifestation of a woman in search of running with the wolves.

*******************************************************************************


LA FEMME SAUVAGE – release

Ce travail solo conçu, réalisé et interprété par Rosa Antuña, a eu sa première en 2010 et depuis a fait tournée pour tous les coins du Brésil. Il a fait aussi parties des importants festivals de danse tels quels : 1,2 na DANÇA (Belo Horizonte,MG), MOVA-SE Festival (Manaus, AM), Festival Internacional de Teatro( Dourados, MS), Aldeia SESC Pelourinho (Salvador, BA), Diversidade em Dança (Viçosa, MG), Mostra Klauss Vianna (Belo Horizonte, MG), Forum Internacional de Dança (São José do Rio Preto, SP) pour citer les plus importantes.

De la danse, de la musique, du théâtre et de la poésie en sont des moyens utilisés pour exprimer le thème de « La Femme Sauvage » – ni  plus ni moins que le Femme en son état naturel : créative, libre, féminine, confiante et pleine. Ce solo, comme le bouquin, cherche à nous rappeler de rédimer nous instincts et laisser que la nôtre loupe intérieure puisse être toujours présente, en nous guidant et en protégeant les voies de la nôtre vie.

Dans le livre « Femmes qui courent avec les loups » de Clarissa Pínkola Estés, la dénomination femme sauvage est utilisé pour désigner la femme qu’est en harmonie avec son essence féminine. La femme libre qu’habite dedans chaque femme. C’est cette femme, libre, que créa : de la peinture, de la musique, de la cuisine, que tisse, qu’écrit, que danse, que joue… La femme sauvage c’est l’essence de la force féminine, mais toujours avec de la souplesse, de la plénitude et de la consistance.

Ne c’est pas étonnant que en être la femme sauvage ne soit pas si facile dans la vie pratique. La structure sociale, culturel et historique a flagellée, réprimée et condamnée la femme sauvage à errer pour des déserts arides ou pour des forêts sombres, remplies des bêtes sauvages. Malheureusement cette métaphore parfois ne l’est pas.
Au courant la femme qu’a perdu le contact avec son côté sauvage est amère, abattue, masculinisée, confuse, frustrée… C’est la femme sans son SOI. Annulée. Elle joue des rôles. Elle vie pour des autres, mais jamais pour soi-même. Et pendant le temps qu’elle courre d’un côté à l’autre, son féminin deviens un féminin sombre. Sa femme sauvage crie : « Au secours ! » et fais tout le possible pour attirer son attention.

La femme qui perd son instinct sauvage perd le fil de sa vie. Le sabotage de soi-même, la peur, des conflits incessants, de l’envie, la perte d’estime de soi-même, la dépendance émotionnelle ces sont quelques exemples des problèmes qu’arrivent quand la loupe intérieure n’est plus en vue.

L’autrice du livre est une chercheuse et conteuse des histoires. Son approche au sujet est fait à travers de contes de fées, histoires des peuples anciens et des tribus amérindiens. Elle y fait des analyses très profondes au sujet des archétypes, métaphores et des personnages trouvés dans ces sources et nous révèle la sagesse y cachée depuis longtemps : de l’importance de nourrir le côté sauvage, naturel, chez chaque femme.

Être mise en contact avec ce livre a été une expérience personnelle très forte pour moi. Je m’ai senti poussée à faire une chose avec ce thème. Cette chose est « La Femme Sauvage » que contient de la danse, de la poésie, du théâtre et de la musique. Ces expressions artistiques en sont la propre essence de la manifestation créative d’une femme qui cherche à courir avec des loups.

Rosa Antuña

quarta-feira, 15 de maio de 2013

O Núcleo

O Núcleo de Criação Rosa Antuña nasce com o intuito de expandir as possibilidades de trocas artísticas dentro do universo da Arte-Integrada (dança, teatro e poesia). Tendo uma filosofia de conexão com a Arte para o despertar da consciência, o NCRA busca parceiros que entendam a responsabilidade e missão como artistas para mover o mundo para um lugar de maior lucidez, harmonia, justiça, amor, integridade e paz. Aqui serão feitas parcerias artísticas e também empresariais, com aquelas pessoas e empresas que compartilhem desse entendimento da função da Arte no planeta como agente transformador do ser humano.
Bem-vindos!!!


foto: Cristiano Kriss