" Rosa Antuña exemplifica o sentido mais pleno de uma espécie de beleza." / "Rosa Antuña exemplifies the fullest sense of beauty." O Estado de São Paulo

" Mais que bailarina, uma artista em plenitude." / "More than a dancer, an artist in plenitude."
Hoje em Dia - Belo Horizonte, MG

“ Vale salientar o refinamento de Rosa Antuña, que também fala, canta e toca instrumentos, habilidades que se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do País.” / "It is noteworthy to point out the refinement of Rosa Antuña, who speaks, sings and plays instruments, skills that combine to project her amongst the best dancers within the country."
O Estado de São Paulo

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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Rosa Antuña - resumo e descrição da carreira

Resumo 

É intérprete criadora, tendo como seu mais recente trabalho a "Trilogia do Feminino" com os solos "A Mulher que Cuspiu a Maçã",“ O Vestido“ e "Mulher Selvagem". É ainda diretora e coreógrafa e vem atuando cada vez mais como atriz.

Há 12 anos na Cia Mário Nascimento, é assistente de direção e de coreografia, ensaiadora e professora de dança, improvisação, teatro e voz, além de bailarina e atriz. Criou a oficina Arte-Integrada, desenvolvida ao longo de seu trabalho com a Cia MN, ministrando-a por todo o País.

Teve formação em ballet clássico pelo método da Royal Academy of Dancing, no Centro Mineiro de Danças Clássicas. Estudou também no Centro Pro-Danza de Cuba e na Palucca Schule Dresden, Alemanha. Buscou estudos complementares de teatro com Eugênio Barba, Júlia Varley, Roberta Carreri, Yara de Novaes, dentre outros, além de estudar canto e cultura popular brasileira.

Trabalhou no Chemnitz e Erfurt Theater na Alemanha e, no Brasil, no Grupo de Dança 1º ATO, Mimulus Cia de Dança e no Balé da Cidade de São Paulo.



Descrição da Carreira 

Estudou ballet clássico no Centro Mineiro de Danças Clássicas (Belo Horizonte), Centro Pro-Danza de Cuba (La Havana) e Palucca Schule Dresden (Alemanha), nesta última, estudou também dança moderna e improvisação.  Teve como principais professores em sua formação,  Maria Clara Salles, Graça Sales, Mercedes Beltrán, Ofélia González, Laura Alonso, Hans Tappendorff, Hanna Wandcke , Cristiana Menezes, Robert Pool e Mário Nascimento.

Como bailarina clássica participou de inúmeros concursos nacionais e internacionais, tendo conquistado diversos prêmios. Além disso, participou de ballets do repertório clássico, como Giselle, O Quebra-Nozes, Dom Quixote, La Fille Mal Gardée, Copélia, Paquita, La Sylphide, La Bayadére, Cinderela,  A Bela Adormecida, tendo feito primeiros papeis, solos, corpo de baile, pas de deux.  Trabalhou como estagiária no Chemnitz Theater e Erfurt Theater na Alemanha.

Como atriz, estudou  na graduação de Teatro da UFMG, também fez a imersão com Eugênio Barba e Júlia Varley (Brasília, dez de 2007), Match de Improvisação com Mariana Muniz, Relações Dramáticas na Improvisação com Omar Medina e Jose Luiz Saldaña (Belo Horizonte, 2010), Improvisação teatral com Omar Galván (Belo Horizonte, 2011), workshop com Yara de Novaes no Galpão Cine Horto (Belo Horizonte, 2011), oficinas de palhaço com o Grupo Trampulim (Belo Horizonte, 2011), A Dança das Intenções com Roberta Carreri, atriz do Odin Theatre (Rio de Janeiro, 2013 e 2014 - aprofundamento), atuação para cinema com Sérgio Penna (Rio de Janeiro 2014), Odin Week (Holstebro, Dinamarca, março 2014), Os Arquétipos na Improvisação Teatral com Allan Bennati (Belo Horizonte, 2014).

Na música tocou no Baque de Maracatu Trovão das Minas e no Grupo de Côco Pé de Saia e o Menino, em Belo Horizonte. Estudou pandeiro e canto popular na escola de Choro Brasil com S, e de 2008 a 2012 estudou canto com Bárbara Penido. Estudou noções de violino e também musicalização na Fundação de Educação Artística em Belo Horizonte.

Como bailarina contemporânea começou sua carreira ao ingressar na Cia Mário Nascimento em 2003, com a montagem de ESCAMBO, para o Rumos Dança Itau Cultural 2004. Entre 2005 e 2007 trabalhou no Balé da Cidade de São Paulo, tendo atuado em coreografias de Mário Nascimento, Jorge Garcia, Henrique Rodovalho, Germaine Acogni e Itzik Galili. Após este período retornou à Cia MN, onde está até o presente momento.
Participou de workshops com Wagner Carvalho, Regina Advento, Denise Namura, Louise Le Cavalier e David Zambrano.
Ganhou o prêmio de Melhor bailarina no 1º Prêmio Usiminas/Sinparc  2004 (Escambo – Cia MN) e no 14º Prêmio SESC Sated 2009 ( Faladores – Cia MN), em Belo Horizonte, MG.

 “ Vale salientar o refinamento de Rosa Antuña , que também fala , canta e toca instrumentos , habilidades que se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do País.” Helena Katz - O Estado de São Paulo – 27 / 11 / 2004

“ Como ocorria em “Faladores”, Rosa Antuña assume um papel específico: além de dançar, canta e balbucia um idioma inventado – como um ser falador. A quem é dado um lugar diferenciado, à altura das experimentações e ressonâncias que permite aos seus, digamos assim, canais de expressão. Mais que bailarina, uma artista em plenitude. “ Miguel Anunciação – Hoje em Dia – Belo Horizonte – 24/ 1 / 2012

Como diretora e coreógrafa criou trabalhos para o CEFAR (Escola de Dança do Palácio das Artes, em Belo Horizonte), Escola de Dança Iracema Nogueira (projeto social, em Araraquara, SP), Cristal Cia de Dança (Belo Horizonte, MG), Grupo Êxtase de Dança (Viçosa, MG) e Cia de Dança Mitzi Marzzutti (Vitória, ES). Além disso fez a preparação corporal e coreografou os atores Christiane Antuña e Omar Jabour na peça Cheiro de Chuva, dirigida por Gil Ésper, em Belo Horizonte. Também criou, escreveu, dirigiu e coreografou o espetáculo “De Perfumes e Sonhos”, feito para uma bailarina, uma cantora e uma atriz  e a estreia foi em junho de 2011, na Funarte em Belo Horizonte. E em 2013 fez a direção do espetáculo teatral A Ciranda das Horas, em Brasília.

Como intérprete-criadora seu primeiro solo foi La Luna (18 min), na primeira edição do projeto  1,2 na Dança, em Belo Horizonte em 2003. E em outubro de 2010 iniciou a "Trilogia do Feminino" com a estreia de Mulher Selvagem (50 min), inspirado no livro Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés. Este solo vem sendo apresentado por todo o Brasil em festivais como o 1,2 na Dança em Belo Horizonte, Mova-se Festival de Manaus, Forum Internacional de Dança de São José do Rio Preto, IV FID Dourados, entre outros. E em 2013 teve sua preestreia o trabalho O Vestido, que vem circulando desde então pelos principais festivais do País. Em 2015 será a estreia de A Mulher que Cuspiu a Maçã, encerrando a trilogia.

Atualmente é também assistente de direção e de coreografia,  professora de dança contemporânea, improvisação, teatro e voz  e intérprete da Cia Mário Nascimento. Criou a  oficina Arte-Integrada (dança, música e teatro), desenvolvida ao longo de seu trabalho com a Cia MN. Ministrou esta oficina em todo o País, através do Palco Giratório SESC 2012 (o maior prêmio de circulação para grupos  de dança e teatro da América Latina).

foto: Duda Las Casas

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